Monitoramento de redes sociais em época de vestibular
Postado em maio, 15, 2012 De admin -
Apesar de ser essencial que as Instituições de Ensino Superior monitorem e gerenciem as redes sociais todo o tempo, o período de vestibular – desde a abertura das inscrições até as provas e divulgação do resultado – tem sua importância especial e suas particularidades. É nesse momento que os vestibulandos estarão a todo vapor pesquisando na Internet e comentando nas mídias sociais sobre a universidade que quer estudar e, através do monitoramento, as Instituições de Ensino poderão obter informações valiosas sobre o seu público, além de perceber ótimas oportunidades de captação de alunos.
O que atrai os vestibulandos no momento de inscrição?
Quando estão falando, nas redes sociais, sobre as faculdades nas quais estão se inscrevendo, que razão os vestibulandos dão para essa escolha? A sua Instituição de Ensino se adequa a essas razões? Utilize desses dados na sua estratégia de captação de alunos, mostrando as qualidades da sua IES que são mais procuradas pelo seu público.
O que estão falando sobre a sua Instituição de Ensino Superior?
Não importa a época do ano: você sempre deve saber como anda a Reputação 2.0 da sua IES. Mas o foco, no período de processo seletivo, está em analisar o que os jovens que ainda não estudam lá – os alunos em potencial – estão falando da instituição. Por que querem se inscrever no vestibular da sua Instituição de Ensino Superior? E por que não querem?
O que os inscritos estão falando sobre o seu processo seletivo?
A organização do processo – inscrição, provas e divulgação do resultado – é um ponto de avaliação por parte dos vestibulandos. É imprescindível saber o que os inscritos estão comentando sobre todo esse processo. Afinal, é um fator que tambem gera reputação à marca da Instituição.
Monitoramento como parte da estratégia de marketing
Todos os dados recolhidos e conclusões alcançadas ao longo do monitoramento das redes sociais devem ser utilizados como diagnóstico para o desenvolvimento de estratégias de comunicação e marketing, principalmente com relação à captação de alunos, não só online, mas também offline.
Os 3 maiores elogios dos alunos nas redes sociais
Postado em maio, 08, 2012 De admin -Monitorar as redes sociais é ouvir o que os seus alunos estão falando sobre a sua IES. Sejam críticas ou elogios, é papel de todo analista de mídias sociais estar bem atento ao que está acontecendo no mundo digital e que pode afetar a reputação da Instituição de Ensino positiva ou negativamente.
Para contribuir com o conhecimento necessário sobre o mercado educacional no meio digital, veja alguns dados recolhidos através da ferramenta de monitoramento de redes sociais Planeta Y e saiba quais os três temas que são mais elogiados pelos alunos de Instituições de Ensino Superior.
- Qualidade de Ensino (66% das menções coletadas são positivas) – Refere-se à percepção dos alunos sobre a qualidade do ensino, além de cursos e palestras ministradas na instituição de ensino.
- Atuação Ética (59,6% das menções coletadas são positivas) – Este indicador engloba questões como trotes ocorridos na instituição e seu posicionamento diante desta questão, responsabilidade social e outros temas relacionados à atuação ética da instituição de ensino superior.
- Credenciamento (53,5% das menções coletadas são positivas) – Aborda o relacionamento entre a IES e o Ministério da Educação, bem como notas de ENADE, IGC, CPC e menções sobre o credenciamento e reconhecimento da instituição pelo MEC.
A pesquisa Panorama das Redes Sociais no Ensino Superior Brasileiro foi feita através de dados de 2099 IES particulares no Brasil. Veja também, quais são os três temas que são alvo do maior número de reclamações pelos alunos.
As 3 maiores reclamações dos alunos nas redes sociais
Postado em abril, 30, 2012 De admin -Saber o que os alunos estão falando da sua Instituição de Ensino Superior na Internet é uma das grandes vantagens de se monitorar as redes sociais com o Planeta Y. E, a partir desse monitoramento, a Cadsoft – Gestão Acadêmica Moderna reuniu dados importantes que compõem a pesquisa Panorama das Redes Sociais no Ensino Superior Brasileiro.
Uma das informações mais valiosas para as IES é quanto às reclamações feitas. Veja, então, quais os três temas que são alvo do maior número de críticas nas redes sociais segundo a pesquisa que contemplou 2099 Instituições de Ensino Superior:
- Infraestrutura (57,2% das menções coletadas são negativas) – O indicador refere-se a questões como estrutura física da instituição, acervo da biblioteca e segurança.
- Atuação Ética (37,9% das menções coletadas são negativas) – Está relacionado a responsabilidade social, trotes ocorridos na IES e o posicionamento desta com relação à questão e outros temas relacionados à ética dentro da instituição.
- Preço (31,9% das menções coletadas são negativas) – Engloba questões relacionadas a valores de mensalidade, eventos e demais taxas cobradas pelas instituições de ensino superior, bem como a financiamentos oferecidos por elas.
Veja os dados completos na pesquisa sobre o Panorama das Redes Sociais no Ensino Superior Brasileiro.
Importância do monitoramento de redes sociais
Postado em abril, 27, 2012 De admin -As redes sociais trouxeram uma nova dinâmica para toda a sociedade. A comunicação, antes delas, era vista como tendo apenas uma via: as empresas falavam e as massas ouviam. A mídia detinha quase todo o controle nas suas mãos.
Mas com o advento da Internet e das redes sociais e da sua popularização, os indivíduos tem o poder de interagir e de deixar sua marca. Seja através de Facebook, Twitter, Orkut ou um blog, por exemplo, os clientes de qualquer organização tem a oportunidade de sugerir, reclamar, elogiar, divulgar ou criticar. Essa é uma das principais características da chamada Geração Y.
Você sabe o que estão falando de você?
Com as Instituições de Ensino Superior nada disso é diferente. Alunos e possíveis alunos utilizam as mídias sociais para falar da universidade que frequentam ou desejam frequentar.
Não basta estar presente. As redes sociais são lugar de interação e, para isso, é preciso ouvir o que estão falando de você. Mesmo que não falem diretamente com você.
O boca a boca, que era tão difícil, para não dizer impossível, de se monitorar e medir, hoje acontece, em grande parte, online. Com isso, é possível saber o que estão dizendo da sua Instituição de Ensino. As críticas são mais frequentes que os elogios? Como está sua reputação na web 2.0?
Monitoramento de redes sociais como estratégia de negócio
Apenas ouvir o que dizem da sua IES não é suficiente. É preciso responder, se relacionar e fazer bom uso das informações que você recolhe a partir do monitoramento das mídias sociais. Há alguma melhoria que você possa fazer ou alguma sugestão que possa ser acatada?
É importante ter um alinhamento estratégico para que tudo que for monitorado seja considerado, como uma grande pesquisa de opinião.
Como o Planeta Y pode ajudar
O Planeta Y categoriza cada menção da sua Instituição de Ensino, além de positivo, negativo ou neutro, segundo 10 indicadores do mercado educacional:
- Captação;
- Relacionamento;
- Corpo Docente;
- Empregabilidade;
- Atuação Ética;
- Infraestrutura;
- Localização;
- Credenciamento no MEC;
- Preço.
Esses indicadores contribuem para a interpretação dos dados recolhidos com o monitoramento das redes sociais, já que informam de forma clara quais são os pontos fortes e fracos da sua Instituição de Ensino Superior.
Dicas para ter sucesso com sua Fan Page no Facebook
Postado em março, 29, 2012 De Roger Carvalho -Hoje, nossa equipe acompanhou o 1º Facebook Hubspot Webinar, com Chris Luo (Head of Global SMB Marketing) e Jeanne Hopkins (VP of Marketing, HubSpot) e trouxemos informações bastante relevantes sobre Marketing no Facebook e a nova Timeline (Linha do Tempo), que já está sendo utilizada por muitas Instituições de Ensino.
Constatações sobre presença de marcas no Facebook
Chris Luo fez algumas menções importantes sobre o Facebook:
• Fan Page é sobre relacionamento
• A partir de amanhã todas as páginas estarão na nova timeline
• Todo dia temos no Facebook 2Bi de “Curtir” e Comentários
• Há um grande espaço “em branco” no topo (imagem de capa), onde você pode posicionar sua marca.
Os 4 passos para alcançar sucesso nos negócios com o Facebook
- Tudo começa com sua Página do Facebook
- Conecte-se com novos fãs com Facebook Ads
- Engaje seus fãs com conteúdo de qualidade
- Influencie os amigos de seus fãs
Dicas para usar a Timeline do Facebook
Com base nesses passos, Chris apresentou 9 dicas para fazer um melhor uso da nova Linha do Tempo
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Defina imagem de capa (no topo) e foto do perfil:
A imagem do topo deve capturar a essência de sua marca e refletir o posicionamento de seu produto ou serviço. A foto do perfil é o “logo” que as pessoas associam à sua marca.
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Adicione milestones
Milestones são de datas marcantes de sua instituição, formando uma linha do tempo com sua história
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Fixe histórias importantes no topo de sua página (pin)
Marque posts de maior relevância da sua página.
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Publique diariamente em sua página
Atualizações diárias aumentam o engajamento do usuário com a sua marca.
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Gerencie sua página
Através do painel de administrador, você pode ver notificações de interações, novos “Curtir”, Informações (Insights, gráfico onde é possível constatar o alcance das pessoas que estão falando sobre sua marca) e muito mais.
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Responda a mensagens diretas
Com a nova linha do tempo é possível mensagens privadas entre cada pessoa e a página (sistema já conhecido nos perfis pessoais).
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Organize Aplicativos
O local de fotos, vídeos, página de boas-vindas e aplicativos pode ser personalizado. Você pode definir quais os 4 principais (que aparecerão inicialmente).
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Use o destaque nas atualizações
Posts importantes podem ser marcados com a estrela para ocupar as largura de duas colunas, permitindo, inclusive, o uso de imagens maiores.
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Personalize a sua URL
Utilize a URL da sua Fan Page de forma personalizada com o nome de sua marca.
Ao final, tivemos uma sessão de perguntas e respostas. Destacamos 3 delas a seguir:
O que são “muitos” posts em um dia?
Não há uma fórmula. Verifique o engajamento de suas publicações e tente, experimente, veja qual frequência gera maior engajamento. Publique ao menos 2 vezes por semana.
O que aconteceu com a Landing Page padrão?
Através do Facebook Ads ou outra mídia podemos direcionar as pessoas diretamente para alguma página.
É bom mudar a foto da capa frequentemente?
As pessoas gostam de encontrar coisas novas e diferentes quando acessam, e pode ser divertido e poderoso – sempre refletindo a essência da marca.
O próximo webinar, em inglês, ocorre no dia 4 de Abril.
Panorama das redes sociais no ensino superior brasileiro
Postado em fevereiro, 29, 2012 De Bruna -
Você sabia que das 2099 Instituições de Ensino Superior (IES) existentes no Brasil segundo o CENSO 2010 do MEC, 1529 destas possuem canais oficiais de mídias sociais criados? E que, entre as IES Privadas, 981 mantém atividades regulares de comunicação com alunos, professores e comunidade acadêmica?
Sabia também que às quintas-feiras entre 13 e 18 horas é o principal período em que alunos e possíveis alunos mais citam as marcas das IES no Twitter e Facebook?
Essas e outras informações sobre 11 mídias sociais relevantes ao mercado acadêmico brasileiro podem ser conferidas na pesquisa realizada pela Cadsoft Gestão Acadêmica Moderna , intitulada Panorama das redes sociais no ensino superior brasileiro.
As ricas informações desse estudo poderão contribuir com o planejamento entre mantenedores, equipes de marketing, corpo administrativo e acadêmicos, tendo como principal objetivo levar às instituições de ensino superior os desejos e anseios de uma Geração 2.0.
Esse trabalho é resultado do capital social gerado em vinte e quatro meses de pesquisas, convivendo com diversos executivos de marketing educacional pelo Brasil.
10 Dicas de Marketing Educacional
Postado em janeiro, 16, 2012 De Nathália Simões -
Em 2011, tivemos a oportunidade de conversar com mais de 300 Instituições de Ensino Superior, representadas por profissionais operacionais, táticos e estratégicos dos setores de marketing, do norte ao sul do Brasil. Muitas dessas interações foram proporcionadas por visitas às suas estruturas ou pelos encontros em eventos do mercado educacional. Especialmente no SADEBR – Seminário de Ações Digitais na Educação Brasileira, realizado em abril e outubro de 2011, muitas reflexões foram despertadas e qualificadas.
Desde que implantamos na Cadsoft uma área de Inteligência Digital para IES, parte do avanço nos estudos aplicados ao mercado educacional foi possível pelo relacionamento criado com os profissionais de marketing das instituições de ensino. Nessa rica troca de experiências, uma dor explícita e recorrente que percebemos na fala dos gestores de marketing das IES foi a ausência de uma política institucional para a atuação nas mídias sociais. Entende-se por essa política, uma estratégia clara, definida e amplamente compartilhada que contribua para a compreensão, sensibilização e engajamento dos públicos que compõem o holograma da instituição de ensino superior (gestores, docentes, coordenadores, colaboradores, alunos, ex-alunos, pais, comunidade em geral).
Mesmo com a ausência de estratégia institucional, conhecemos diversas ações com forma e conteúdo distintos. Ouvimos algumas evoluções: “estou construindo uma equipe focada em mídias sociais, com as vertentes de análise (monitoramento e pesquisa) e de conteúdo (criação e alimentação) para fortalecer nossa presença online”. Ou, “estou trazendo de volta pra gente o trabalho nas mídias sociais, pois percebemos que terceirizar para a agência nosso capital social e cultural não foi a melhor prática”. E, ainda, “as mídias sociais têm uma dinâmica acelerada e nós estamos aprendendo a assumir e cuidar das necessidades e oportunidades no tempo de quem busca interagir com nossa instituição”.
Dúvidas existem, persistem e se tornam mais complexas à medida que refletimos sobre a importância das mídias sociais para o setor educacional. O fato é que não existe certo ou errado quando tocamos em algo chamado relacionamento com pessoas.
Por isso, baseado no que aprendemos com as instituições, colocamos abaixo 10 dicas que não podem ser esquecidas no planejamento para um projeto de resultados, considerando que o grande fomentador seja você e sua equipe de colaboradores:
- É importante lembrar que há menções SOBRE e PARA a IES. Muitas vezes ficamos restritos ao monitoramento da intenção de interagir, ou seja, àquilo que foi direcionado PARA a IES;
- A equipe de marketing deve sempre monitorar, mesmo que seja por ferramentas gratuitas, armazenando os dados
coletados. Se não há estratégia definida e canais oficiais, restringir as respostas é o ideal. Portanto, indicamos pelo menos três meses de monitoramento prévio antes de responder, obtendo subsídios para o diagnóstico ao longo desse tempo; - Sabendo o que sua audiência pensa e publica, é interessante avaliar a necessidade de contratar uma consultoria especializada para construírem uma estratégia alinhada aos formadores de opinião que integram o holograma;
- Não existe orçamento para contratar ou não foi possível criar valor a ponto de se tornar um projeto estratégico? Estude e utilize sua rede de relacionamentos para montar um projeto vencedor que crie significado junto à mantenedora. Monitore o buzz, pesquise números de mercado, concorrentes, temas mais assertivos e mais conflitantes que são citados pelos alunos e possíveis alunos;
- Avalie o posicionamento de mercado e a linha de comunicação que vem sendo adotada: Preço? Infraestrutura?
Conveniência? Preço + infraestrutura? Qualidade de Ensino + Localização? A equipe de relacionamento deverá saber comunicar bem os diferenciais estabelecidos a quem deseja captar ou reter. - Existe tecnologia adequada para atender a demanda?
- Tenho equipe estratégica ou equipe operacional?
- A central de atendimento do aluno está preparada e possui processos definidos para atender necessidades no tempo que as mídias sociais demandam?
- O pessoal de infraestrutura está aberto às mudanças pleiteadas pelos alunos?
- Existe uma visão sistêmica dos passos do processo de Gestão da Reputação 2.0?
Para começar, condensamos 10. Certamente, adiante existem tantas outras.
Aguardem mais dicas sobre os desafios do nosso ofício em 2012 e, lembrem-se, nesse ano teremos a 4º e 5º edição do SADEBR tradicionalmente nos meses de abril e outubro, respectivamente.
A Geração Y
Postado em janeiro, 06, 2012 De Bruna -A nova geração, aquela sempre conectada com seus dispositivos portáveis, considerada distraída, superficial e até mesmo egoísta. São impacientes, preocupados com si próprios, apesar de estarem interessados em construir um mundo melhor, repletos de autorrealização.
Essa nova geração de jovens, denominada Geração Y, não precisou aprender a dominar as máquinas, pois já nasceram com TV, computador e rapidez na comunicação. Esses jovens usam uma linguagem feroz e têm a terrível mania de fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, como estudar ouvindo música enquanto conversam com os amigos nas redes sociais.
Eles têm alterado cada vez mais as formas de comunicação, tanto em casa quanto no trabalho e com os amigos. Eles buscam informações fáceis e imediatas, compartilham tudo aquilo que acham interessante, são apaixonados por tecnologias e estão sempre buscando novidades.
A geração Y é filha da geração X e neta dos Baby Boomers. Não entendeu? Assista a esse e entenda em qual ambiente nasceu essa nova geração e o que ela realmente busca.
Por ser uma geração ainda muito nova, não existem estudos profundos sobre ela, sabe-se que além de querer expandir o conceito de juventude, buscando novos interesses, eles possuem grande facilidade de aprendizado, habilidade com as novas tecnologias e capacidade de multitarefas. Tudo isso ligado ao anseio de uma rápida ascensão profissional. Alguns dados confirmam que a maioria dos jovens de hoje fica pouco tempo em um determinado emprego caso ele não seja do seu agrado. Eles têm a necessidade de satisfação com seu trabalho e, quando não encontram, simplesmente procuram um lugar mais motivador.
Apesar de seus ideais um tanto revolucionários, os jovens da geração Y são capazes de surpreender, pois aproveitam todo o reconhecimento que lhes é oferecido. Há quem diga que eles podem até mudar o mundo ou no mínimo inspirar os grandes líderes.
O perfil do Analista de Mídias Sociais de IES
Postado em dezembro, 12, 2011 De Nathália Simões -
O perfil adequado do Analista de Mídias Sociais é sempre uma pauta discutida quando as Instituições de Ensino Superior consideram esses canais como uma possibilidade de comunicação e relacionamento. Qual o perfil ideal? Deve-se ter uma pessoa interna? Quais atribuições o profissional deve ter?
Por se tratar de um assunto novo, ele vem sempre acompanhado de dúvidas das mais diversas. Nossa experiência em projetos realizados em parte das IES brasileiras comprova que a comunicação com o aluno não deve ser terceirizada. No entanto, hoje trataremos exclusivamente sobre o perfil do analista, aprofundando a reflexão sobre as diferenças entre desenvolvimento de equipe interna e terceirização da comunicação e relacionamento em um próximo post.
Especialmente no mercado educacional, é interessante que o profissional que fará a gestão dos perfis online reúna um conjunto de competências, habilidades e atitudes (CHA) que esteja alinhado ao negócio acadêmico e também ao contexto da IES. Aqui está o diferencial da linha estratégica a ser adotada, pois as pessoas responsáveis pelo trabalho analítico das mídias sociais terão conhecimento profundo da cultura organizacional e de todos os setores que a compõem.
As Faculdades, Centros Universitários e Universidades têm disponível uma comunidade vasta em conhecimento. Isso significa que as IES podem e devem aproveitar os profissionais que formam a cada semestre. O seu aluno conhece o sistema acadêmico, acessa o site, procura a central de atendimento, vai à biblioteca e conversa com o coordenador e professores do curso. Ele conhece profundamente os meandros da instituição e deseja excelência e reconhecimento da comunidade. É esse aluno quem poderá desenvolver e potencializar o relacionamento com prospects, algo na linha “deles” para “eles”. Por que não trazê-lo para mais perto, fomentando, inclusive, uma política de empregabilidade?
Indo um pouco mais além, pode-se pensar em desenvolver uma área para o projeto de Redes Sociais compondo uma equipe multidisciplinar que trará resultados espetaculares do ponto de vista da gestão de marca, captação e retenção.
Analista de redes sociais nas Instituições de Ensino
Destacamos alguns questionamentos que podem ajudar ao gestor de marketing ou de mídias sociais em instituições de ensino:
- Podemos trazer um aluno ou ex-aluno para a equipe de colaboradores?
- Haverá um profissional único ou uma equipe?
- Como institucionalizar o projeto afim de obter recursos junto à mantenedora?
- As atividades e funções já foram institucionalizadas ou necessito contratar consultoria com expertise para ajudar minha IES?
- Faremos a alimentação e monitoramento desses canais? Como?
Para ajudar, a equipe Planeta Y propõe um perfil para o Analista de Mídias Sociais de Instituições de Ensino:
Conhecimentos:
- Conceito básico de Redes Sociais
- Principais plataformas de interação (mídias sociais)
- Gramática e Ortografia
- Cross-media
- Crowdsourcing
- Pesquisa de Mercado
- Cultura Organizacional
- Planejamento Estratégico da IES
- Departamentos, áreas e responsáveis da IES
- Marketing Educacional
- Indicadores do MEC
- SAC 2.0
- Conceitos básicos de geolocalização;
- Conceitos básicos de CRM (desejável, de acordo com a estratégia da IES);
- Outra língua (desejável, pois há concentração de referências qualificadas sobre o tema ainda não traduzidas para português);
Habilidades:
- Visão sistêmica
- Disciplina
- Organização
- Comunicação
- Negociação
- Resiliência
Atitudes:
- Antecipação e pró-atividade
- Interesse
- Curiosidade
- Empatia
- Zelo
- Atenção
- Bom senso
- Inquietude
- Empreendedorismo
Redes Sociais no Ensino Superior – Capítulo 1
Postado em dezembro, 09, 2011 De Marina -
Meus ouvidos estão cansados de escutar minha boca falar, mas eu não canso de me repetir:
“As redes sociais vieram para ficar…”
Ainda que a única certeza no ecossistema digital seja a certeza da mudança e que possivelmente no futuro as interfaces serão outras, os pontos de acesso divergentes, desconsiderando os meios, as pessoas continuarão a conectar-se remotamente (como vêm fazendo desde o início da revolução digital). Emissores e Decodificadores, nas extremidades, e mensagens trafegando por canais, nos meios, sejam esses meios quais forem.
Recapitulando, em um exercício de abstração, “a breve história dos canais”: popularmente, primeiro vieram os e-mails, depois os instant messengers e por fim as redes sociais da forma como as conhecemos. Podemos afirmar, ainda, e com relativa segurança, que o paradigma predominante na próxima década será muito parecido com o atual.
Existe espaço, portanto, para uma profunda exploração desse universo por parte de organizações de todos os segmentos e, ainda mais, pelas Instituições de Ensino Superior. Porque o substrato fundamental do serviço dessas organizações é o relacionamento. Distintamente do serviço prestado por um restaurante ou um hotel, o serviço Educação depende sobremaneira do relacionamento.
Vale lembrar que, assim como as Instituições de Ensino Superior não exploraram de forma adequada os e-mails e os instant messengers como ferramentas de marketing ou comunicação educacional, também não vêm fazendo um bom uso das redes sociais para esse fim.
Contudo, antes de nos iniciarmos no estudo das Redes Sociais no Ensino Superior cabe explicitar a um leigo dos conceitos básicos de marketing a definição de “serviço”, parafraseando o livro The Campus Experience (Ed. Summus, 2008):
“No estudo da Ciência Mercadológica, os produtos são diferenciados dos serviços basicamente pela sua tangibilidade. Seriam produtos aqueles objetos que podemos pegar e serviços aqueles bens sem substrato físico. O serviço é portanto intangível (não pode ser visto, tocado ou sentido fisicamente) e sua percepção decorre – em parte fundamental – das interações (do Relacionamento) entre as pessoas. Segundo Tom Peters a equação é simples: ‘Lucro é igual à receita menos o custo. Ou talvez seja um pouco mais complicada: O lucro no longo prazo é igual à receita proveniente de relacionamentos continuamente felizes com os clientes, menos o custo’.
O serviço é delimitado ainda, pelas suas características de inseparabilidade (sua produção, entrega e consumo se dão simultaneamente, não sendo processos separados como no caso dos produtos), variabilidade (a sensação de qualidade varia de cliente para cliente) e perecibilidade (um serviço não pode ser estocado).
Assim como fazem parte dessa categoria os hotéis, restaurantes e transportes, a educação é estritamente um serviço. O mais delicado entre todos eles já que a expectativa de um cliente de educação transcende o bom atendimento. A instituição de ensino permeia a vida pessoal do estudante.
Um cálculo superficial mostra que desde a Educação Infantil até a Pós-Graduação (a primeira delas!), um estudante médio – graduado em jornalismo, por exemplo – assiste a 12.580 horas de aula presencial. Sem somar nesse cálculo as horas dedicadas as outras áreas de sua formação (estudo em casa, cursos de extensão etc).
Em sinergia com a dinâmica de construção do conhecimento esse estudante teve seus referenciais e modelos, seus amigos (as) e namoradas (os) nas dependências da instituição de ensino onde foi cliente.
É importante não nos dispersarmos na percepção de qualidade do aluno nas 8.960 horas que precederam seu ingresso ao campus universitário. Ainda que sua satisfação esteja intrinsecamente ligada a sua expectativa e essa tenha o tamanho da qualidade percebida no seu ambiente de origem, nosso negócio está no Ensino Superior. Mas enfim, quanto mais esse adolescente foi bem tratado maior a possibilidade de se tornar um adulto crítico com a sua faculdade.
Nosso foco tem que iluminar aquelas 3.200 horas em que este estudante esteve na graduação. A percepção da qualidade da sua formação – o “produto intangível” – ficará gravado na memória do estudante por meio da personificação dos conteúdos. Ele projetará as disciplinas na figura do seu professor. Aquele ser místico e inesquecível da sua lembrança. Um mágico encantador que no exercício de seu trabalho ensinava deslumbrando pelo conhecimento. Isso e os amigos que conheceu e relacionamentos amorosos que teve”.
O fato é que 2008 parece visto agora – daqui do futuro – uma era paleozoica e o trecho acima extraído da tradução de pictogramas desenhados nas paredes de uma caverna. Naquele ano, rede social no Brasil era o Orkut e em pouco mais de 36 meses esse cenário virou de ponta-cabeça. Umas 5 vezes, pelo menos.
Hoje existe uma profusão de tecnologias diferentes rotuladas como redes sociais e estamos próximos de uma esquizofrenia de informações orbitando nessas redes. Os relacionamentos, substrato fundamental da educação, passaram a repercutir nesses ambientes. Alunos relacionando-se com alunos, professores com alunos e todos os futuros alunos entre si. Uma oportunidade para as Instituições de Ensino bem preparadas e uma tremenda ameaça para aquelas que seguirem vendo a revolução como sombras na parede da caverna.
Gestores de Marketing Educacional trataram de criar sistemas próprios de monitoramento pendurados em planilhas Excell e assinando todo tipo de RSS e atualizações disponíveis. Aqueles mais familiarizados com as traquitanas online trataram de encontrar gadgets para facilitar a captura de Tweets e Likes, continuando por realizar a depuração no braço e a classificação na unha. Enxergando parcialmente o que falam de suas empresas na rede (é virtualmente impossível fazer uma leitura correta de sua reputação 2.0 sem a plataforma tecnológica adequada) e, pior, fundamentando decisões com base nessa visão míope, daltônica e hipermetrope.
Ferramenta de monitoramento de redes sociais para Instituições de Ensino
Em 2010, a Cadsoft lançou o Planeta Y. Essa ferramenta, baseada em MS SharePoint, permite que a instituição, com baixo investimento, garanta o processamento correto de todas as manifestações de sua comunidade nas principais redes sociais da atualidade. E a curva de aprendizagem desse software foi acelerada. Um dia depois da abertura do Google Plus mensagens trocadas nessa rede figuravam nos Dashboards das IES assinantes.
Se a disciplina do planejamento é fundamentada em um diagnóstico preciso, as IES passaram a contar um acurado sistema de D.I.
Além da higienização e classificação dos dados (que muitos insistem em fazer de forma mecânica, empregando diretamente batalhões de estagiários com essa finalidade ou – pior – terceirizando o emprego de batalhões de estagiários por meio da contratação de Agências Digitais) o Planeta Y permite a gestão dessas manifestações através do seu encaminhamento para canais específicos: “Tudo o que for negativo vou mandar para a Ouvidoria, tudo o que for positivo para a Reitoria”.
Uma vez que a gestão passiva das Redes Sociais (e parte da ativa) foi resolvida com esse software, trataremos em dois artigos vindouros de seu uso promocional e em sala de aula.








